Social Media e TV: como anunciar para gerar engajamento?

Observando a intensa relação entre o Twitter e os programas televisivos, a dp6 resolveu estudar como a publicidade pode aproveitar melhor esse novo público, que assiste à TV com dispositivos móveis à mão. Para isso, usou a Tribatics.TV, plataforma que mede a interação entre TV e as redes, e coletou os tweets referentes aos programas CQC e Pânico durante duas semanas, analisando como as marcas patrocinadoras foram citadas.

A conclusão dos especialistas é a de que a forma como a marca é exposta nos programas televisivos possui grande influência no engajamento do público. Por exemplo, o merchandising, quando usado de forma contextualizada, incentiva os usuários a fazer mais comentários durante a transmissão do programa.

“Nosso objetivo foi ir além dos números e entender a forma como o público se engaja com os programas e com as marcas patrocinadoras. Concluímos que o contexto em que a marca é inserida é fundamental para gerar engajamento, e que as redes sociais trazem informações qualitativas valiosas para entendermos as características dessa audiência”, explica Gabriel Ishida, analista da dp6.

Os programas foram escolhidos para análise devido à busca pelo engajamento de ambos. Tanto o CQC quanto o Pânico na TV incentivam seus telespectadores a usar hashtags e a seguir os programas nas redes sociais. Entretanto, apenas o público do CQC costuma citar com frequência os patrocinadores, geralmente relacionando a marca ao humorista envolvido. Isso ocorre porque o CQC usa as performances dos humoristas para produzir os merchandisings, diferentemente do tradicional. Já no Pânico na TV, no qual não há o envolvimento dos humoristas, não aparecem citações sobre nenhum dos anunciantes no período analisado.

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O estudo mostra que atualmente é imprescindível às empresas olhar as redes sociais antes de elaborar a estratégia de marketing, mesmo que essa estratégia seja exclusivamente voltada à televisão. Isso porque os consumidores estão em todas as mídias ao mesmo tempo e a reputação da marca fica de qualquer maneira exposta a comentários, sejam positivos ou negativos. Então, o monitoramento da repercussão dos programas de TV nas mídias sociais, principalmente no Twitter (a segunda tela), fica cada vez mais importante: quanto mais entenderem a dinâmica, mais chance de sucesso”, afirma Gabriel Baños, CEO da Zauber.

Outra conclusão da pesquisa é que o ineditismo e o caráter ao vivo são importantes para estimular conversas sobre os programas televisivos, uma vez que as reprises dos programas causam menos engajamento, e usar conteúdo que estimula a discussão (como as pautas políticas e sociais do CQC ou os quadros fixos do Pânico na TV) é uma boa tática para manter a audiência conectada.

Para ver o estudo completo, é só acessar o site: http://www.dp6.com.br/estudo-sobre-o-engajamento-do-publico-nas-redes-sociais-durante-os-programas-televisivos

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