Ibope: conceito 70│20│10 para divisão dos investimentos publicitários

O mercado publicitário brasileiro vislumbra um futuro competitivo e complexo para os próximos anos. Além da velocidade das transformações tecnológicas e suas consequentes mudanças no cenário de mídia, a ascensão de classes menos favorecidas para níveis sociais mais altos cria uma nova realidade de mercado que altera a relação entre consumidores e marcas.

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Somado a esse contexto, os planos de crescimento do Brasil e os grandes eventos esportivos que o país sediará colocam o mercado publicitário brasileiro no foco das grandes marcas multinacionais e a perspectiva é que o setor movimente U$$22,2 bilhões, tornando-se o quinto maior mercado publicitário do mundo em 2014.

Segundo os especialistas da Millward Brown, empresa parceira do IBOPE, a tendência é que a TV mantenha sua liderança na distribuição dos investimentos e que a internet passe a ocupar o segundo lugar no bolo publicitário.

Entre os pontos fortes da internet estão a velocidade de ação, a maior interatividade com o consumidor e o melhor direcionamento da campanha de acordo com seu público alvo. No entanto, apesar das possibilidades inexploradas da rede, ainda existe relutância das marcas no uso das mídias e meios digitais. O risco e a incerteza do sucesso das ações são alguns dos motivos dessa resistência.

Mas a escolha das marcas em permanecer nas suas zonas de conforto também as impede de obter resultados satisfatórios. Grandes corporações como Google e Coca-Cola são exemplos de marcas que resolveram assumir riscos para não perder a oportunidade de avançar no entendimento do novo cenário em que vivemos e com isso conquistar mais espaço entre os consumidores.

Tais empresas se baseiam no conceito 70│20│10 para divisão dos investimentos publicitários que realizam. O conceito recomenda a divisão dos investimentos, com 70% dos gastos voltados para planos já estabelecidos e com baixo risco, 20% para inovações que funcionaram no passado e 10% para ações de alto risco que envolvam novas ideias com plataformas inovadoras e experimentais. Para os analistas da Millward Brown, o mesmo método pode ser replicado para o planejamento de mídia e orçamento de pesquisa.

Para ler o artigo completo publicado no Meio & Mensagem, clique aqui.

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