A Lei Carolina Dieckmann não vai proteger sua empresa!

Recentemente, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei Carolina Dieckmann (Lei 12.737) que tipifica os crimes eletrônicos no país. Aprovada após o vazamento de fotos comprometedoras da atriz, a nova lei pune pessoas que violarem mecanismos de segurança, como senhas, para obter dados e informações comerciais ou privadas, com prisão por até dois anos. Além disso, se o conteúdo for divulgado ou comercializado, a pena pode aumentar. Mas, apesar da sanção desta lei, é importante que empresas estejam preparadas e engajadas para evitar riscos de possíveis crimes pela internet.

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Segundo o sócio fundador da Daryus Consultoria, Jeferson D’Addario, o conhecimento sobre possíveis ameaças modernas, que crescem constantemente, torna-se um dos fatores essenciais tanto para profissionais de TI, quanto para funcionários de uma determinada empresa, para que todos possam exercer as funções diárias com base nas principais regras de segurança.

Ou seja, grande parte das organizações precisa capacitar colaboradores para que estejam realmente interessados em Gestão da Segurança da Informação, para conquistar conhecimento em aspectos relacionados à infraestrutura e telecomunicações, visando à busca, detecção, controle e tratamento de riscos existentes, para evitar tais ataques.

Para se ter ideia da relevância desta questão, um relatório elaborado pela McAfee contabilizou 43,4 milhões novos ataques na web, ou URLs suspeitos, apenas no terceiro trimestre, representando um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Para obter este resultado, foi feita uma pesquisa com diferentes tipos de ameaças em tempo real, em 30 países.

O relatório ainda pontua que os ataques móveis cresceram quase o dobro, neste mesmo período, e que as violações de bancos de dados alcançaram recorde histórico, com quase 100 novas vulnerabilidades descobertas ou corrigidas.

Outra análise elaborada pela Trend Micro, com dados coletados entre fevereiro e setembro deste ano, constatou que 91% dos ataques direcionados envolveram spear phishing. Este tipo de descoberta evidencia que tais ataques geralmente começam por um ponto muito simples de contato, como uma mensagem de e-mail, que atrai os indivíduos a abrirem determinado arquivo anexo, muitas vezes malicioso, ou a clicarem em um link que direciona-os a um malware, proporcionando como resultado a invasão da rede.

“Atualmente, algumas empresas já reconhecem as ameaças virtuais como questões de extrema importância. Porém, muitas assumem não estar 100% preparadas para se defender efetivamente deste tipo de ataque, ficando vulneráveis contra golpes online, como roubo de propriedade intelectual, ou até mesmo de tentativas de espionagem, seja financeira ou industrial. Com isso, a Gestão da Segurança da Informação, torna-se essencial já que a detecção e o tratamento de riscos existentes podem ser feitos por meio de análises tecnológicas em diferentes vertentes, sendo elas preventivas, corretivas e reativas, com base em recursos dos sistemas operacionais e ferramentas de mercado”, explica Jeferson D’Addario.

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