Contagem regressiva para o 12º Coneb

14 Janeiro, 2009 at 11:57 am (Outros)

Fórum estudantil reúne DA´s e CA´s para discutir os rumos do movimento.

ANA CAROLINA VICTORAZZI

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A 12ª edição do Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb) da União Nacional dos Estudantes (UNE) acontecerá entre os dias 17 e 20 de janeiro de 2009, na cidade de Salvador – BA.

Segundo a entidade organizadora do evento, “O 12º Coneb tem grande importância (…), pois define as ações e diretrizes das entidades para o ano de 2009”.

Durante esses três dias, o fórum de deliberação reunirá mais de 2300 diretórios e centros acadêmicos credenciados para debater questões ligadas à educação e mobilização estudantil brasileira. Entre os principais tópicos estão: o Projeto de Reforma Universitária da UNE, a plataforma da entidade para a 1ª Conferência Nacional de Educação e a Jornada de Lutas (inicio previsto para abril).

O novidade desse ano será a possibilidade dos presentes participarem da discussão sobre cada ponto do anteprojeto que a UNE apresentará.

A programação contará também com intelectuais e personalidades políticas que, junto aos estudantes, deliberarão sobre assuntos relevantes como reforma política, integração da América Latina, políticas públicas para a juventude, preservação da Amazônia, papel dos movimentos sociais e democratização dos meios de comunicação.

A organização do evento disponibiliza, pelo preço de 60,00 reais, alimentação e alojamento aos interessados e fornece também uma lista de responsáveis pelo transporte de todos os Estados até Salvador.

Dúvidas:
Comissão Nacional de Credenciamento e Organização – CNCO
André Tokarski – diretor de Assuntos Jurídico da UNE
(11) 5539-2350 ou (11) 8947-5533

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Penas alternativas custam até 98% menos que penas carcerárias

25 Novembro, 2008 at 3:16 pm (Outros)

Sistema penitenciário de São Paulo sofre com déficit de vagas

Ana Carolina Victorazzi

Superlotação das unidades, deficiências no atendimento médico e psicológico, ausência de oferta de trabalho e educação, maus tratos e torturas são alguns dos problemas do sistema carcerário paulista, uma das situações mais complexas do país.

De acordo com o relatório sobre o aparelho prisional brasileiro da Comissão de Minorias e Direitos Humanos da Câmara Federal, o princípio da dignidade humana é condição indispensável para que o sistema prisional exerça sua função plenamente.

A população prisional do Estado de São Paulo cresceu de 94 mil para 145 mil nos últimos cinco anos, segundo pesquisa da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), que juntamente com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) são as instituições responsáveis pelos detentos.

No ano de 2007, o Estado somou um total de 149.310 presos. O sistema penitenciário paulista contribui com 36% da população carcerária, ao passo que representa 22% da população total do Brasil. Evidentemente, há uma importante inflação.

Contudo, os números da criminalidade não demonstraram, no mesmo período da inflação carcerária, crescimento igualmente proporcional. Analisando-se o número de vagas encontram-se 85.720 vagas para homens e 5.096 vagas para mulheres. Na SAP, existem 90.816 vagas no total para uma população carcerária estimada em 138.306.

O Departamento Penitenciário Nacional divulgou que o sistema carcerário paulista opera 50% acima de sua capacidade, mesmo contando com o maior número de unidades carcerárias do país, 147 ao todo.

O que se fez em São Paulo é uma bomba relógio. Você concentra recursos na construção de unidades prisionais, multiplica o número de presos pelo Estado e submete-os a uma política que não vai levar à recuperação. Ali, todos estão reunidos num mesmo espaço, presos de alta periculosidade e criminosos primários”, acredita José Marcelo Zacchi, coordenador institucional do Fórum Nacional de Segurança Pública.

O resultado é que, ao invés de ser um espaço para reeducar o preso, o sistema carcerário do Brasil se tornou uma espécie de especialização no mundo do crime. Um jovem delinqüente que entre em uma dessas carceragens sai de lá como um líder de facção, disposto a enfrentar a polícia.

Há no Estado de São Paulo uma carência de 47.490 vagas, sem contar os detidos pela SSP, que elevaria o número para 58.494, um investimento em torno de R$ 1.224,3 bilhões para manter o sistema regular, sem contar as novas condenações e as novas apreensões de réus condenados pela justiça e sendo o custo médio por preso de R$ 775,00 por mês, informou a SAP.

Em contrapartida, o gasto médio com o acompanhamento do cumprimento da pena alternativa é de apenas R$ 13,80 mensais. A pena alternativa foi uma das soluções adotadas para descongestionar o sistema prisional.

“A credibilidade da pena alternativa cresceu. O programa consolidou-se como serviço auxiliar da Justiça”, disse Carlos Fonseca Monnerat, ex-corregedor dos presídios da capital.

Ainda segundo Monnerat, agravar penas e reduzir idade penal, impor castigos cruéis, aplicar de forma indiscriminada a Lei dos Crimes Hediondos, igualando os delinqüentes de crime único aos de alta periculosidade, são medidas que têm sido empregadas sem sucesso. “Pelo contrário, o Estado de São Paulo, que vem se orientando nos últimos anos por essa política regressiva, é o Estado com a mais explosiva situação prisional de todo o país, tanto nas unidades para adultos quanto nas de internação de adolescentes da Febem, reprovadas por diferentes instituições internacionais de direitos humanos”, avalia.

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Bertha Rosanova deixa um legado e muita admiração

14 Outubro, 2008 at 10:38 pm (Outros)

ANA CAROLINA VICTORAZZI

Em 31 de agosto de 1930 nascia Bertha Rosanova, minha conterrânea santista.

Sua trajetória profissional iniciou-se aos 8 anos, quando ingressou no curso de balé da Escola Oficial de Dança do Teatro Municipal do Rio e, precocemente, aos 13 passou a integrar parte do corpo de baile, encenando a ópera “Fausto”, de Gounod.

Na década de 40 ganhou seu primeiro prêmio como revelação e chega ao posto de primeira-balarina do Municipal, apresentando-se como protagonista de “Quebra-Nozes”, de Tchaikovsky. Permaneceu em tal posição até 1960, quando então passou a ensaiadora.

Recebeu também o prêmio Nijinsky e a Medalha Pedro Ernesto.

Sob direção da russa Eugênia Feodorova, Bertha estrelou “O Lago dos Cisnes”, primeira vez que o balé foi montado em sua versão completa (4 atos) na América Latina. Por tal trabalho tornou-se a única brasileira com o título de primeira-bailarina absoluta.

Ontem, 13 de outubro de 2008, o mundo ficou menos musical e dançante com a partida deste ícone nacional da dança. Aos 78 anos, um câncer fez com que os fortes traços de Rosanova ficassem serenos.

O enterro foi no Rio de Janeiro, no Cemitério Israelita de Vilar dos Teles, em São João do Meriti. Rosanova deixou um legado.

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Dos tribunais para o artesanato

6 Outubro, 2008 at 9:01 pm (Outros)

ANA CAROLINA VICTORAZZI, MARINA LOPES, MIRELLA FONZAR

(Trabalho apresentado no 2º semestre do curso de jornalismo)

Quarta-feira, dia 8 de março, comemorou-se mais um dia internacional da mulher, data em que as pessoas se lembram do valor e da garra feminina ao longo desses anos, trabalhando, cuidando, zelando e embelezando vidas.

Um exemplo disso é a artesã Solange Moura, de 31 anos. Essa paulistana tem por opção de vida a independência financeira e pessoal. Solteira e sem filhos, não segue os padrões impostos pela sociedade, em que uma mulher deve ter como objetivo casar e procriar.

Ao perder seu emprego de promotora, cerca de 3 anos atrás, Solange passou a dedicar-se a uma nova atividade, a pintura em tecidos e viver com a venda destes, sendo seu público alvo o feminino. Aos poucos foi montando sua confecção, participando de feiras – como a de Embu das Artes – e, também, vendendo informalmente na rua.

Muito esclarecida sobre a importância feminina ela declarou que a mulher ganhou muito espaço devido a sua dedicação e paciência, “o homem tem a força física, mas a mulher uma força emocional maior”. Acredita, porém, que essa data, como muitas outras, tornou-se comercial e perdeu seu real significado.

Comentou os benefícios de ser mulher – ser mãe e desfrutar de privilégios estéticos – e da separação que ainda existe entre sexos, divisão essa que não parte apenas de homens, mas das próprias mulheres, por elas terem sido criadas em uma sociedade machista, mas a tendência é que isso mude com o tempo, como já vem ocorrendo.

Solange tem como exemplo de vida sua mãe, sobre quem disse ser “uma mulher de garra que corria atrás do que queria e criou quatro filhas”.

Seu trabalho – batas, vestidos, saias e camisetas masculinas – pode ser visto e adquirido as quartas, quintas e sextas a partir das 14:00 h na rua Maria Antônia, em frente ao restaurante “The Joy”, o preço varia entre R$ 20,00 e R$ 40,00.

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Copa do mundo é tema de fraudes

29 Setembro, 2008 at 7:07 pm (Outros)

Crackers utilizam-se de promoções para roubar dinheiro via e-mails

ANA CAROLINA VICTORAZZI, MARINA LOPES, MIRELLA FONZAR

(Trabalho apresentado no 2º semestre do curso de jornalismo)

O ano de 2006 está mais verde e amarelo no Brasil devido à possibilidade do hexa campeonato, para a nossa seleção, na Copa do Mundo sediada na Alemanha e com o inicio previsto para o mês de junho.

Esse tão aguardado evento acontece de quatro em quatro anos, atraindo, assim, empresários cientes do mercado que surge nessa época, aproveitando a oportunidade de aumentar suas vendas e atrair novos consumidores.

Uma das estratégias utilizadas por essas empresas, para chamar atenção sobre seus produtos, é a realização de promoções com o tema “Copa do Mundo”, oferecendo desde viagens e televisões de plasma, até camisetas e réplicas miniaturas da taça da copa banhadas a ouro com certificado de autenticidade.

Os consumidores iludidos, esperançosos e com a agradável idéia fornecida por essas promoções de estarem mais próximos a seleção nesses jogos, são as vítimas de um problema que se agrava nessa época, os scams. Segundo o site www.wikipedia.org são “mensagens que assumem o disfarce de e-mails comerciais ou cujos títulos simulam mensagens comuns, como comunicados transmitidos dentro de uma organização ou mensagens pessoais provenientes de pessoas conhecidas”, com o intuito de obter dados confidenciais, como senhas bancárias do destinatário. Uma pesquisa realizada pelo Gartner Group indica que mais de 57 milhões de pessoas podem ter sido vítimas desse tipo de fraude.

“Em ano de Copa do Mundo, é preciso triplicar a atenção com mensagens similares a estas (scams), pois elas usam o nome de empresas sérias como isca para os usuários”, afirma Patrícia Pegoraro Ammirabile, analista da empresa de segurança McAfee.

Uma das iscas utilizadas pelos crackers foi a promoção “Você na Copa do Mundo FIFA 2006” da empresa de cartões de crédito Mastercard.

A verdadeira promoção vale 50 viagens para Alemanha, sendo 25 delas com direito a um acompanhante, 20 televisões de 29 polegadas e, também, 20 home theaters. Já a mensagem eletrônica fraudulenta dá viagens para toda a família ou direito a mais de dois acompanhantes.

Marco Antônio Cruz Lopes, morador da cidade de São Paulo e ganhador de uma das 50 viagens, confessou que sua primeira sensação ao receber a notícia foi desconfiança, “liguei para saber se era mesmo verdade, procurei no meu banco, só acreditei quando me confirmaram, até investigador coloquei com medo de ser um golpe”.

As assessoras de imprensa da Mastercard, Carolina Stefanini e Cláudia Murano, não quiseram comentar sobre o assunto dos golpes envolvendo o nome da empresa, por não terem a permissão de seus superiores. Publicaram, assim, apenas um comunicado vago sem explicar devidamente a situação aos seus clientes.

Em 2005, instituições financeiras brasileiras perderam cerca de R$ 300 milhões por causa dos scams. Segundo o Anti-Phishing Working Group (APWG), o número de fraudes cresceu 42% de outubro a janeiro. Em janeiro foram detectados 12.845 novos e-mails fraudulentos, cerca de três mil a mais em relação a dezembro. O APWG revela ainda aumento de 47%, entre outubro de 2004 e janeiro de 2005, em provedores que hospedam sites maliciosos.

Pode-se encontrar na Internet inúmeras páginas virtuais falando sobre o assunto e até ensinando como enviar um Trojan Horse (Cavalo de Tróia), um programa que age como a lenda do cavalo de Tróia, entrando no computador e liberando uma porta para um possível invasor. Comunidades do site de relacionamentos Orkut, “Trojan Horse”, “Eu já recebi um PHISHING SCAM” e “Segurança na Internet” ensinam e popularizam tais práticas.

O Brasil ainda não tem uma lei específica para punir esse tipo de crime. Contudo, utiliza-se do Art.171: “Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento” e o Art.37: “É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva”, do Código do Consumidor. O acusado pode pegar até cinco anos de reclusão e multa.

Os meios eletrônicos, como a internet, atraem esses tipos de criminosos por ser possível o anonimato do remetente, o envio de muitas mensagens ao mesmo tempo de maneira rápida e a um custo baixo, diferentemente de outros meios como o telefone.

Os scams seguem um padrão parecido. Costumam usar contas de e-mail forjadas, com nomes e domínios muito parecidos aos da empresa real. Os textos normalmente são bem escritos e tentam convencer o usuário da veracidade da mensagem usando recursos de engenharia social. Porém, ocorrem erros gramaticais e de ortografia. Mas isso não é regra, os scams enviados com o nome da editora Abril eram bem redigidos.

Os e-mails encaminhados aos usuários geralmente terminam com a solicitação da instalação de um determinado aplicativo, enviando a vítima para um site que normalmente é uma réplica do site oficial. Existem versões mais elaboradas deste tipo de fraude, envolvendo a contaminação dos mapas de resolução de nomes (DNS) que redirecionam o usuário a uma página falsa, em resposta a um acesso à página original, tornando mais difícil de se notar o golpe.

Frank W. Abagnale, um ex-vigarista de sucesso hoje a serviço do FBI, que baseou o filme “Prenda-me se for Capaz” estrelado por Tom Hanks e Leonardo de Caprio, adverte em entrevista ao site www.quatrocantos.com “Vivo sob uma regra muito simples: se não solicitei o recebimento de um telefonema, um e-mail ou uma carta, não vou passar qualquer informação sobre mim, meus clientes, minha companhia, minha família, meus contatos etc”.

Evitar um scam pode ser simplesmente um ato de observação mais cuidadosa na mensagem recebida e no endereço do remetente ou um rápido telefonema para a empresa para se certificar do prêmio adquirido. As notícias dos resultados das promoções são dadas através de telefonemas e não de e-mails, como os feitos pelos criminosos.

Glossário:

Scams (estelionato): São mensagens que assumem o disfarce de spam comercial ou cujos títulos simulam mensagens comuns, como comunicados transmitidos dentro de uma organização ou mensagens pessoais oriundas de pessoas conhecidas.

Tal disfarce tem como objetivo iludir o destinatário, solicitando-lhe que envie dados confidenciais para algum endereço eletrônico ou que se cadastre em uma página da Internet que na verdade é uma cópia de alguma outra página. Na maioria dos casos, essas armadilhas são criadas para obter informações pessoais e senhas para que possam ser usadas em algum tipo de fraude ou para transferências bancárias e compras pela Internet.

Cracker: é o termo usado para designar quem quebra um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética.

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Protestantes desafiam autoridades chinesas durante jogos

24 Setembro, 2008 at 6:40 pm (Outros)

(Trabalho apresentado no 5º semestre do curso de Jornalismo para a matéria de Psicologia)

ANA CAROLINA VICTORAZZI

E o ninho do pássaro iluminou-se após um vôo em direção a tocha olímpica”, narrou o jornalista sobre a cena da abertura dos jogos de Pequim, protagonista das Olimpíadas de 2008. Com diversas obras, exibição de muita tecnologia, o país escolhido para sediar esse evento surpreendeu o mundo com a infra-estrutura oferecida em tão pouco tempo. Tais fatos mostram a crescente economia chinesa e sua importância na política internacional vigente.

Nesse clima de harmoniosa competição um assunto é violentamente reprimido, as ações pró-Tibete. Muitas prisões, incluindo a de estrangeiros, bloqueios de mais de 50 sites, repressão a liberdade da imprensa, a China não demonstra a menor intenção de negociar ou, simplesmente, agir com mais prudência. “Quem não ama a pátria é traidor”, disse um repórter chinês durante confusão a respeito de uma foto dele junto à bandeira tibetana.

Contudo, mesmo com cem mil policiais às ruas, alguns protestantes conseguiram estiar uma bandeira do movimento em frente ao estádio principal, além da colaboração de outras localidades como a Bélgica, Londres, Rio, entre outras, para ajudar na repercussão da luta tibetana. Lembrando que em Paris tais manifestações foram proibidas.

Pouco se sabe das ações pró-Tibete na China ao longo desses dias de jogos, pois são intolerantemente abafados, incluindo até detenções de jornalistas que queriam abordar o tema. Mais de 15 chineses foram presos por tentarem conseguir autorização para protestarem.

Continuamos insistindo com o governo Chinês sobre o compromisso em favor da liberdade de expressão”, declarou o porta-voz do Ministério Britânico das Relações Exteriores após a prisão de uma turista inglesa de 41 anos e simpatizante do movimento.

A briga existe há séculos, porém desde o começo desse ano os conflitos agravaram-se, causando a morte de mais de 400 tibetanos. No dia 10 de março comemorava-se o 49º aniversário do levante em Lhasa, causadora do exílio de Dalai Lama, quando as tropas chinesas interromperam-na com agressões aos participantes.

Os chineses não reconhecem a independência da região do Himalaia, que por sua vez tem atuado autonomamente desde 1963. Porém, somente em 1989 o mundo tomou conhecimento desse conflito com o episódio do massacre na Praça da Paz Celestial.

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Diferentes atrações agitam noite paulistana

17 Setembro, 2008 at 3:18 pm (Outros)

Na busca por público e diversão, São Paulo diversifica sua programção noturna

ANA CAROLINA VICTORAZZI E FELIPPE FILADORO

Jovens se divertem com tabuleiros no Bar Ludus. A diversividade de jogos vem atraindo cada vez mais pessoas.

(Trabalho apresentado no 5º semestre do curso de jornalismo)

São Paulo é famosa por sua agitada vida noturna. Quem não gosta de sair, tomar uma cerveja e escutar um bom som? “Acho que há espaço e público para tudo”, comentou Marcelo Mansfield, comediante precursor do stand-up comedy na cidade, sobre as novas tendências que surgem.

Não tem como falar em sair sem pensar em bar com música ao vivo, uma atração tradicional e comumente procurada. Porém, as casas passam a buscar diferenciais para atrair a atenção de consumidores e criar fama. “O paulistano está aprendendo mais a conhecer a diversidade. Tudo pode ser encontrado e experimenta-se mais”, afirmou a jornalista Renata Lutfi, 21 Anos. A disputa pela noite está aberta!

Opções para todos os gostos

Se antes o lugar do músico era cativo, agora, com novos estilos aparecendo, a competição fica maior e quem ganha é o consumidor. ‘’Independente de novas atrações, o músico nunca vai perder seu espaço na noite, pois sua aceitação é maior‘‘, afirma André Rubini, dono dos bares Salinas e Zé Bonito, ambos na Vila Olímpia.

Contudo, “um barzinho, um violão” deixa de ser unanimidade quando o stand-up comedy chega em 2005 em nossos palcos com o Clube da Comédia. Desde então, muitos ambientes adequaram-se para oferecer tais apresentações, explica Mansfield. “Mesmo não oficialmente, muitos se adaptaram. O Bleeker Street, onde fazemos o Clube da Comédia e a Chácara Santa Cecília, onde faço com a Ângela Dip o casal de segunda, são exemplos”.

Lógico que não poderia ficar de fora a clássica “balada’’. A terra da garoa também não deixa a desejar em suas inúmeras ofertas de boates. Uma boa opção para dançar é a Happy News, localizada na Rua dos Pinheiros, número 1275. Conhecida pelo seu encorpado chope, o lugar oferece duas pistas de dança, três bares, além de tocar todos os tipos de música devido aos diferentes ambientes. O preço para entrar no local é acessível aos bolsos universitários (25 reais). ‘‘Adoro a Happy. Para mim, os melhores dias são de quinta e de sábado. A música é legal e o ponto alto é quando a sirene toca e começam os shows. A galera se diverte”, ressaltou o estudante Sérgio Vaz, 20 anos.

Atrações inusitadas são moda entre os jovens

Na movimentada Rua 13 de Maio, entre as dezenas de possibilidades, na altura do 972 entramos em um outro campo de diversão. O Ludus Bar, Café e Luderia entra pela noite com um cardápio recheado de mais de 120 jogos de tabuleiro, entre importados, nacionais e artesanais, contando ainda com a parceria de empresas como a Estrela, Copag e Grow. Com tanta variedade, monitores ficam pelo local ensinando e tirando dúvidas durante as partidas. Para os mais competitivos o bar realiza competições, que vão desde poker ao xadrez.

Quer sair com os amigos, curtir e se exercitar ao mesmo tempo?A boa da vez é o Bom Boliche Sports Bar. O local dispõe de uma completa área de entretenimento, com pista de dança, games, Lan-House, snooker, além do próprio boliche. O local abre de segunda a segunda e quem quiser conferir é só dar uma passada na Rua Emilia Marengo, número 746, Tatuapé.

Porém, se busca um lugar mais tranqüilo no final de um dia estressante, em Moema, o Willi Willie Bar e Arqueria reserva uma ampla área e equipamentos modernos para a prática do arco e flecha. Instrutores especializados viabilizam a participação de qualquer curioso e entusiasta do esporte, e isso por 4 reais cada 10 tiros. O bar da Alameda dos Pamaris, número 30, nasceu em 1978 e é pioneiro nesse ramo em São Paulo, proporcionando um agradável ambiente a meia luz na região do bar e também sistema Wi-fi. No dia mais caro, sexta-feira, os homens pagam 18,00 reais e as mulheres 15,00 reais para entrar.

Uma coisa é certa: todos buscam se divertir seja dançando, comendo ou bebendo. “Sempre houve muita opção para todo tipo de gente e gosto. Cada atração fica mais evidente dependendo do grupo que você observar”, disse o publicitário Felipe Senise, 22 anos. Qualidade, preços razoáveis e boa localização são ingredientes das receitas de sucesso dos empresários da noite.

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Quanto vale uma imagem?

27 Agosto, 2008 at 6:23 pm (Outros)

Matéria jornalística sobre o valor das imagens produzida para o curso de Teorias da Mídia II da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Equipe: Pedro Sorrentino, Rodrigo Vitulli, Vinícius Bruno, Tiago Cadedo, Ana Figueiredo e Tássia Fernandes.

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Beba com moderação

30 Junho, 2008 at 2:39 pm (Outros)

ANA CAROLINA VICTORAZZI

Quem não debateu, escutou ou passou pela Lei Seca brasileira?

Até então, não havia manifestado apoio ou repúdio, porém a verdade é que não seria necessário algo tão radical e drástico se certos episódios não se tornassem corriqueiros e agente passasse a achar tudo normal, que tipo de banalização é essa que torna o ato de entrar na contra mão (em alguns casos até de marcha ré) ou fazer um strike numa calçada cheia de pessoas um fato comum?

Esse fim de semana uma amiga disse que isso tudo não passa de campanha eleitoral, nisso já discordo plenamente, afinal entre meus conhecidos, em sua maioria jovens entre 20 e 25 anos, a lei não é bem vista, pois tornou-se o maior empecilho em prol da “curtição”. Logo, raciocinem comigo, se não recebeu grande aprovação como isso renderia votos? Talvez pela polêmica torne alguém mais conhecido, no máximo!

Ainda na mesma conversa (isso na volta de uma balada, cerca de 4 da manhã) eu disse que, com os acidentes que vem acontecendo, também pudera tomarem uma decisão tão ‘tolerância zero’. Concordo que talvez a imprensa esteja transmitindo mais agora tais acontecimentos e que eles sempre existiram, porém no que isso justifica o fato desses acidentes existirem e acontecerem? Pois foi um dos argumentos contra a lei seca que mais escutei: esse tipo de coisa sempre aconteceu. Minha vontade foi de mandar falar com a minha mão, como podem aceitar dessa forma tais ocorrências, como sendo algo comum ou até mesmo natural.

Outro argumento muito utilizado é o de que é fácil culpar a bebida pelas fatalidades ocorridas. Primeiro, a bebida não tem culpa de nada e sim quem consome ela, principalmente quem consome sem nenhum tipo de bom-senso. Depois, se ninguém parou para prestar atenção, combatem-se as causas de acidentes de trânsito em mais de uma frente, além da bebida, também motoristas que compram cartas, para não prestar pela primeira vez ou novamente o teste, que por sinal é muito fraco/fácil para passar. Logo o número de inexperientes e não-preparados para dirigir em um trânsito caótico aumenta excessivamente.

Caso vocês ainda não tenham notado minha opinião é de que a lei só se faz necessária nesse rigor por culpa nossa e ela só vai deixar de ser necessária pelo mesmo motivo que passou a existir, nossas atitudes.

E não, não sou moralista nem conservadora, apenas me choco ao ler notícias como a de hoje publicada na Folha de S. Paulo: Motorista bebe, entra na contramão e mata 4 pessoas.

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Iniciativa ecológica brasileira influencia o mundo

20 Junho, 2008 at 6:21 pm (Outros)

ANA CAROLINA VICTORAZZI

Imagem retirada do Henrique (in)Sana

O aquecimento global, o efeito estufa e suas conseqüências no planeta são temas em evidência, tanto pela importância ambiental quanto pelos questionamentos gerados.
Desse debate surgiu o Protocolo de Quioto, um tratado internacional que propõe compromissos para a redução da emissão dos gases responsáveis pelos danos à Terra. Um dos produtos do encontro criador do protocolo são os mecanismos de flexibilização, entre eles o mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL).
Henrique Chaves, consultor do Instituto Brasileiro de Produção Sustentável e Direito Ambiental, disse em entrevista que “o MDL teve como co-autor o Brasil. Sua aplicação em vários países em desenvolvimento mostra que ele foi bem aceito, mas poucos sabem que ele foi iniciativa brasileira, a não ser os representantes que o homologaram em Quioto. Entretanto, como o Brasil é o segundo país em número de projetos de MDL, seguido da Índia, sua visibilidade é boa”.
Esse mecanismo tem o intuito de gerar energia através de meios menos poluentes, ou seja, que não derivem do petróleo ou carvão: os combustíveis fósseis, responsáveis por mais da metade da matriz energética do planeta.
O Brasil tem uma diplomacia competente nessa área de desenvolvimento sustentável, tendo uma série de planos já em andamento e muitos investimentos em pesquisas. Exemplos disso são as plantações de florestas de mamona, girassol, dendê e soja, que, além de captarem o carbono, geram grãos capazes de produzir um óleo vegetal apto a substituir o óleo diesel.
O Japão e a Alemanha são modelos de países que adotaram medidas semelhantes para melhorar o meio-ambiente. Eles estipularam que até 2015 o diesel deve virar uma mistura com cerca de 30% de óleo vegetal. Isso impulsionaria o cultivo de baixo impacto ambiental e haveria uma redução significativa na liberação de poluentes.
Existem também outros tipos de agricultura energética, como a da cana-de-açúcar, que produz álcool e açúcar e da sobra, o bagaço e a palha, pode-se gerar uma grande quantidade de energia. O estudo realizado pelo terminal açucareiro Copersucar aponta que o bagaço de cana produzido hoje no Brasil, queimando adequadamente, equivaleria a 400 milhões de barris de petróleo, metade do consumo anual do país.
“Das 15 modalidades de MDL, as mais usadas até agora são as de substituição de energia fóssil e a de queima de metano. Entretanto, na medida em que as metodologias de projetos de outras modalidades, como a do reflorestamento, sejam aprovadas, elas terão um crescimento semelhante aos das modalidades pioneiras”, declarou Henrique Chaves.
Essa conversão, porém, é demorada e custosa, sendo esse o principal argumento usado, por exemplo, pelo Bush, presidente dos Estados Unidos, o responsável por mais de 50% da emissão de gases de efeito estufa do planeta, para não a fazer. Ele alega que a economia do país seria prejudicada.
Os projetos criados passam por muitas etapas, cerca de nove, antes de sua aprovação e conclusão. Todos eles são extremamente monitorados e, através desse acompanhamento, recebem do Conselho Executivo do MDL o certificado de redução de emissão (CREs), o responsável pelo surgimento do crescente mercado de carbono.
A comercialização dos CREs dá-se por empresas especializadas ou bancos. A companhia que receber o certificado poderá negociar com uma outra que não conseguirá cumprir a meta.

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